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A construção civil é um segmento onde ocorrem muitos acidentes. A forma mais eficaz de evitar tais acidentes é a colocação de proteções coletivas.

A NR 6 não deixa dúvida quando o assunto é a prioridade do tipo de proteção. Segundo a NR 6 o EPI precisa ser fornecido:

  • Quando as medidas de ordem geral não ofereçam proteção suficiente;
  • Enquanto as medidas de proteções coletivas estiverem sendo implantadas;
  • Para atender situações de emergência.

 

DIFICULDADES PARA IMPLANTAÇÃO DE PROTEÇÕES COLETIVAS

O grande problema é que, nem sempre é possível fazer uso de proteções coletivas por uma série de fatores, os mais comuns são:

  • Impossibilidade técnica: às vezes, o local não comporta a instalação de proteções coletivas.
  • Inviabilidade técnica: às vezes, a instalação de proteção coletiva até é possível, mas, é inviável. O motivo mais comum é por que o ambiente de trabalho na construção civil é mutável, por isso, nem sempre vale a pena investir em uma benfeitoria que não ficará de forma permanente.

Um bom exemplo acontece com o risco de queda de matérias, usam-se as plataformas de proteção para evitar que os objetos caiam sobre os funcionários. Ora, se fosse possível fazer uma área coberta em todo perímetro da obra seria dispensável o uso do capacete.

Como tal proteção é possível, porém, inviável, o uso do capacete de segurança se faz obrigatório.

 

PRINCIPAIS EPIs USADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

  • Capacete de segurança: Usado para fornecer proteção para a cabeça contra impactos causados pela queda de objetos e materiais.
  • Protetor auditivo tipo plug: Muito usado para controlar a exposição ao ruído.
  • Protetor auditivo tipo concha: Muito usado para controlar a exposição ao ruído. O preferido pelos profissionais que atuam na betoneira, pois dificulta do plug a entrada de sujeira na audição.
  • Botina de segurança: Fornece segurança para os pés contra perfurações causadas por pregos e outros, proteção contra queda de objetos (bico de aço), evita que o trabalhador seja vítima de escorregões.
  • Máscara para poeira: Proteção contra poeiras provenientes de corte de tijolos, cerâmicas, etc. Proteção contra o pó proveniente de madeira.
  • Máscara para produtos químicos: Usada por todos os atingidos pelo pó de cimento gerado na betoneira. Muito usada também para proteger contra os químicos na pintura.
  • Cinto de segurança tipo pára-quedista: Indicado para proteção em trabalho em altura. Vale lembrar que trabalho em altura é todo trabalho acima de 2 metros de altura (NR 35.1.2).
  • Luva de raspa: Para proteção em trabalhos onde haja risco de corte ou para trabalhos com risco de lesão. Muito usado no carregamento de ferros e vergalhões…
  • Luva de látex: Muito usado por pedreiros para evitar contato com cimento, argamassa, etc. O ponto negativo desse EPI é a resistência que é baixa.
  • Viseira de proteção: Serve para proteção contra partículas em projeção. Muito usado em serras circulares, lixadeiras e policortes.
  • Óculos de proteção: Serve para proteção contra partículas em projeção. Tem uma desvantagem perante a viseira: os lados dos óculos têm pequenos espaços que podem permitir a passagem das partículas.

Periodicamente, A Hidráulica Calhas investe em treinamentos para conscientizar a equipe da importância de se trabalhar com segurança. Não brincar em serviço é não arriscar a sua vida e a dos colegas de trabalho.

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Fonte: Segurança do Trabalho NWN

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